Por: Pr. Jadilson - Igreja Batista Batista do JapiimEste é um tempo de grandes desafios para a juventude cristã. Sabemos da importância dos jovens na vida da Igreja, pois ser jovem, é ser cheio de alegria, de vida, de energia e de sonhos.
Vivemos numa sociedade em que os padrões de valores são regidos por um sistema pecaminoso e maligno, cujas intenções estão voltadas especialmente para os jovens, daí a razão do alto índice de prostituição, tráfico e consumo de drogas e violência nas suas mais diversas formas.
O jovem cristão, vive constantemente o drama e a pressão do assédio do mundo. Mais do que nunca precisa compreender os dilemas, os conflitos e as indagações dos jovens. A Igreja precisa ter uma postura de em vez de criticar ou censurar, deve investir, apoiar e amar os seus jovens.
Faz-se necessário também uma programação motivadora, que corresponda com a realidade jovem. Porque se os nossos jovens não encontrarem motivação na Igreja, irão encontrar no atraente sistema mundano. Não estou defendendo uma Igreja mundanizada, e sim uma Igreja contextualizada. Que tenha a virtude, não só de ensinar, mas de motivar os jovens a viverem uma vida cristã autêntica, aproveitando a energia que tem, para desenvolver seus talentos na obra de Deus com compromisso, amor e fidelidade.
Claro que queremos ver cada dia mais os jovens da igreja envolvidos no trabalho do Senhor, com muita dedicação e responsabilidade. Contrariando inclusive o paradigma de que o jovem em geral não é responsável. As páginas das Escrituras Sagradas estão cheias de registros de jovens que foram poderosamente usados por Deus na realização de grandes obras, em momentos que se requeria muita responsabilidade. Portanto, seja uma jovem que se deixa ser usado por Deus e que a Igreja os oriente e os apóie.
Vivemos numa sociedade em que os padrões de valores são regidos por um sistema pecaminoso e maligno, cujas intenções estão voltadas especialmente para os jovens, daí a razão do alto índice de prostituição, tráfico e consumo de drogas e violência nas suas mais diversas formas.
O jovem cristão, vive constantemente o drama e a pressão do assédio do mundo. Mais do que nunca precisa compreender os dilemas, os conflitos e as indagações dos jovens. A Igreja precisa ter uma postura de em vez de criticar ou censurar, deve investir, apoiar e amar os seus jovens.
Faz-se necessário também uma programação motivadora, que corresponda com a realidade jovem. Porque se os nossos jovens não encontrarem motivação na Igreja, irão encontrar no atraente sistema mundano. Não estou defendendo uma Igreja mundanizada, e sim uma Igreja contextualizada. Que tenha a virtude, não só de ensinar, mas de motivar os jovens a viverem uma vida cristã autêntica, aproveitando a energia que tem, para desenvolver seus talentos na obra de Deus com compromisso, amor e fidelidade.
Claro que queremos ver cada dia mais os jovens da igreja envolvidos no trabalho do Senhor, com muita dedicação e responsabilidade. Contrariando inclusive o paradigma de que o jovem em geral não é responsável. As páginas das Escrituras Sagradas estão cheias de registros de jovens que foram poderosamente usados por Deus na realização de grandes obras, em momentos que se requeria muita responsabilidade. Portanto, seja uma jovem que se deixa ser usado por Deus e que a Igreja os oriente e os apóie.
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